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De boca em boca

O que dizem depois dos sessenta dias .

Nada reunido para impressionar, algumas notas de clientes, e uma ou duas linhas de quem escreve sobre comida para viver.

“Tentámos durante três meses até haver mesa livre. Só o carabineiro já valia a espera; os sete momentos inteiros foram outra coisa.”

Sofia M.

“Um serviço só, vinte e dois de nós, e o próprio Duarte veio à sala entre os momentos explicar o que estávamos a comer. Pareceu mais um jantar para o qual fomos convidados do que um serviço.”

Henrique T.

“O robalo é maturado quatro dias na espinha e nota-se: esta é uma cozinha disposta a fazer esperar por um motivo.”

Time Out Lisboa

“A sala é mais pequena do que as fotografias sugerem, e é precisamente esse o ponto. Peça a harmonização em vez de escolher o vinho sozinho: o Porto Colheita que chega com o chocolate vale os cinco copos por si só.”

Marta C.

“Um restaurante que podia facilmente acrescentar um segundo serviço e opta por não o fazer: vinte e dois lugares, uma vez por noite, e nada na espera parece uma decisão de marketing.”

Público

“Só a presa já justificava reservar com dois meses de antecedência. Vinte e dois de nós numa só sala, sem música a tentar preencher o silêncio, apenas a cozinha e o barulho de um bom jantar.”

Beatriz N.

Fotografias: Nilo Velez ( CC0 ) , Faisal Ahammad ( CC0 ) , Sarath AR ( CC0 ) , Bigul Malayi ( CC0 ) , 松季杏沙 ( CC0 )